Crie a sua Avaliação do Ciclo de Vida e DAP com o R<THINK
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R<THINK: Software para criar ACVs e DAPs de forma eficiente e conforme as normas internacionais
O R<THINK é uma aplicação que permite às empresas elaborar Avaliações do Ciclo de Vida (ACV) e Declarações Ambientais de Produto (DAP) de forma eficiente e em conformidade com as normas internacionais.
Com o R<THINK, é possível realizar cálculos específicos por projeto ou avaliar o impacto ambiental de todo o portefólio de produtos.
Desenvolvido por especialistas segundo as normas internacionais de Avaliações do Ciclo de Vida, o R<THINK tem uma estrutura intuitiva que permite às empresas calcular as suas ACVs e DAPs de forma rentável e autónoma.
Vantagens do R<THINK
Painel de utilizador personalizado e de leitura clara
Estrutura de menu intuitiva
Resultados em tempo real para otimizar e comparar os seus produtos mais sustentáveis
Modelos e formatos de relatório extensos
Função automática de relatórios de base, de acordo com a ISO 14025 e EN 15804
Funcionalidades de importação e exportação que simplificam o trabalho e poupam tempo
Geração automática de ficheiros de suporte (matérias-primas) em conformidade com os requisitos de verificação
Função de verificação integrada para facilitar auditorias externas
Portal de apoio técnico (HelpDesk) completo
Perguntas Frequentes
Como é que os resultados da Avaliação do Ciclo de Vida vão ser integrados no Passaporte Digital do Produto?
As Avaliações do Ciclo de Vida (ACV) já são realizadas em formato digital, o que permite a sua integração direta no Passaporte Digital do Produto. Com o novo Regulamento dos Produtos de Construção e o Regulamento Ecodesign, passa a ser necessário declarar o desempenho ambiental dos produtos de forma estruturada e transparente.
No caso dos produtos de construção, a ACV e as Declarações Ambientais de Produto (DAP) são elaboradas de acordo com a EN 15804+A2, que define as categorias de impacte ambiental e os módulos do ciclo de vida a considerar. Esta informação quantificada e verificada pode depois ser integrada na Declaração de Desempenho e Conformidade (DoPC), que será uma das principais fontes de informação para o futuro Passaporte Digital do Produto.
Apesar de a integração ser digital, o processo exige tempo, sobretudo na recolha e consolidação de dados. Por isso, as empresas que iniciam este trabalho mais cedo estarão melhor preparadas para responder às exigências regulamentares num futuro próximo.
O software pode ser utilizado para realizar uma Avaliação do Ciclo de Vida de um serviço, por exemplo, calcular a pegada de carbono de uma empresa de logística e transporte, de acordo com o GHG Protocol, ou está apenas orientado para o ciclo de vida de um produto específico?
O software consegue dar resposta a ambas as situações. Dispomos de dois módulos distintos: um módulo de Avaliação do Ciclo de Vida, que permite realizar a ACV de um produto e calcular a respetiva pegada de carbono, tal como foi apresentado durante o webinar, e um módulo específico para a pegada de carbono corporativa.
Este segundo módulo, permite calcular a pegada de carbono de uma organização, incluindo os âmbitos (scopes) 1, 2 e 3, de acordo com a norma do GHG Protocol, bem como com referenciais ISO aplicáveis.
Apesar de se tratarem de exercícios diferentes, o software está preparado para responder tanto a avaliações de ciclo de vida de produtos como ao cálculo da pegada de carbono corporativa e de serviços.
Em empresas com milhares de produtos, como pode ser realizada a Avaliação do Ciclo de Vida (ACV)?
No caso de empresas com um portefólio muito alargado, a ACV pode ser realizada através de uma abordagem por famílias ou grupos de produtos, desde que exista uma base técnica sólida que justifique esse agrupamento.
O processo inicia‑se normalmente com a recolha de dados através de um ficheiro estruturado, adaptado às diferentes fases do ciclo de vida do produto, incluindo matérias‑primas, consumos energéticos, processos produtivos, transporte, embalagem, resíduos e outros dados relevantes para o cálculo dos impactes ambientais.
A decisão sobre se os produtos podem ser agrupados ou devem ser analisados individualmente tem em conta critérios como:
-
semelhança das matérias‑primas utilizadas;
-
equivalência do processo produtivo;
-
desempenho técnico e funcional semelhante;
-
unidade declarada ou funcional aplicável;
-
representatividade dos dados;
-
variação dos impactes ambientais dentro do grupo de produtos.
